Pergunta-me que eu respondo.
Pergunta-me que eu respondo. Pergunta-me o que queres saber que serei o mais honesta possível. Pergunta-me e eu te responderei que a vida apesar de agridoce na maioria das vezes, tem sido muito útil para lições tão básicas mas que realmente importam. Pergunta-me porque não sorrio tanto como outrora, ou não sou tão simpática e alegre como há uns anos o era, tão facilmente, demasiado até. A resposta é muito simples, ou aprendes ou aprendes. Porque se não absorveste á primeira, a vida terá formas bem mais duras de te ensinar essa mesma lição vezes e vezes sem conta, com extra dor e penalização, desgastando-te e sugando o que resta da tua vitalidade, do teu ser, porque no final, somos nós próprios que nos infligimos essa dor escrutinante, insistindo no que já não tem resolução possível, persistindo em algo que não te permite sequer crescer, evoluir, saber quem és, do que realmente és capaz. Terei que responder que não me tornei amarga ou menos sorridente e muito menos antipática...